Resenha: O Duque e Eu

Título original: The Duke and I

Autor (a): Julia Quinn

Páginas: 288

Editora: Arqueiro

ISBN: 9788580411461

 

Sinopse“O Duque e Eu – Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.”


Olá pessoas, para hoje eu trouxe a resenha do livro “O Duque e Eu”. Espero que gostem!!!

Bom, eu, como não sou nada normal, comecei a ler a série “Os Bridgertons” a partir do livro três. Então aproveitei o feriado e comecei a série do começo.

O livro narra a história de Daphne, uma jovem que, por conviver muito tempo com seus irmãos e acabar ouvindo sobre suas aventuras, acabou aprendendo muitas coisas (entre elas, um belo gancho de direita) e que não é vista como uma potencial pretendente  pelos jovens solteiros, mas sim como uma amiga.

“Eu quero um marido. Uma família. Não é tão bobo quando se pensa nisso. Sou a quarta de oito filhos. Só conheço famílias grandes. Não sei se saberia existir fora de uma.”

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