Resenha do Livro: Quando a Noite Cai

Título: Quando a Noite Cai

Autora: Carina Rissi

Lançamento: 2017

Páginas: 448

EditoraVerus Editora

ISBN: 9999094890783

 

 

 Sinopse :

Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem. Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos… e o coração. Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —, Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos. Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar…

 

 

História: 

Briana vive com a mãe e com a irmã mais nova na pensão que elas herdaram da avó. Anos atrás, quando o pai da jovem morreu, Bri precisou abandonar seus sonhos pessoais e focar no bem estar de sua família. Como filha mais velha ela assumiu a responsabilidade de ajudar a mãe nas finanças de casa e, desde então, vem pulando de um emprego para outro na tentativa de colocar comida na mesa e também na esperança de descobrir uma possível carreira – de preferência uma que não faça aflorar seu lado desastrado (para fins de curiosidade: em um emprego ela quebrou um lustre de dois mil reais, no outro ela derrubou comida ao servir um cliente especial, no outro ela fez desabar uma prateleira inteira e assim seguimos com uma lista repleta de acidentes). Além de levar uma vida corrida e de não parar em emprego nenhum, Briana carrega um segredo: há cinco anos ela sonha, quase toda noite, com uma terra medieval recheada de intrigas e disputas por poder; um mundo de fantasia protagonizado por Locan, um guerreiro irlandês de olhos cor de âmbar. Porém, a vida da jovem vira de pernas para o ar quando, ao sair de mais uma entrevista de emprego desastrosa, Briana dá de cara com o protagonista dos seus sonhos: Locan é um homem de carne e osso! Na realidade o homem com quem Bri esbarra é Gael, um empreendedor de sucesso que vive viajando pelo mundo. Contudo, a semelhança entre eles é notável, principalmente quando o assunto é a carga elétrica que ambos – um real e outro imaginário – descarregam no coração da jovem. E a pergunta que não quer calar é: o que esses dois têm em comum? Para responder essa questão Briana terá que viver entre fantasia e realidade e descobrir como dar voz aos anseios do seu coração.

 

 

Opinião:

Briana é gente como a gente – tropeça, erra, recomeça, sonha acordada, luta e faz de tudo por aqueles que ama. A jovem cativa com sua personalidade forte, ao mesmo tempo em que diverte o leitor com as situações corriqueiras e desastrosas que enfrenta.  O livro traz um toque de romance de época que amo tanto, contando com um casal incrivelmente forte e que foi constantemente provado.

Sabe aquele frio na barriga e aquela vontade de mergulhar na história e viver esse amor junto com os protagonistas? Pois bem, foi isso que senti ao acompanhar Gael e Briana. A sensação que ficou é que eles foram feitos um para o outro e que eu tive o prazer de fazer parte dessa bela história de amor.

Ri demais, torci demais, fiquei com dó pelas personagens em determinados momentos e tudo isso me fez amar este livro. . Sem dúvidas entrou no meu top3 dos livros dela e sem dúvidas um dos melhores enredos criados pela Carina. O livro é lindo e emocionante, nos traz uma mensagem belíssima sobre perdão e recomeço – e sobre como ás vezes o amor pode bater duas vezes em nossa porta. Aprendi muito com esse casal e torci enlouquecidamente por eles. No final, achei a mescla de fantasia e vida real um grande diferencial para história, algo que mesmo sendo clichê foi abordado com destreza o suficiente para a criação de algo único.

Leiam, leiam, leiam e não se arrependerão dessa história de amor tão azarada que torcer por sorte no amor é como se fosse o mantra de fundo… Leiam e de preferência antes de anoitecer para poder sonhar e suspirar Quando A Noite Cai.

 

 

 

Então é isso galerinha! Até a próxima, boa leitura! Beijos!

Resenha do jogo: Batman Arkham Knight

De todos os super-heróis dos quadrinhos, Batman talvez seja o mais influente na cultura pop mundial, marcando presença constante em filmes, desenhos animados e, claro, nos games.

Em Arkham Knight o herói enfrenta um novo vilão, cercado de mistério desde o anúncio do título, utilizando pela primeira vez na franquia o lendário Batmóvel para dominar as ruas de Gotham na noite em que o Espantalho põe em prática um plano caótico. Esta é a trama central, que se expande através de muitos objetivos secundários e algumas reviravoltas. Assim como nos jogos anteriores, o jogador tem liberdade para escolher suas missões num mundo aberto vivo e recheado de referências aos quadrinhos da DC Comics. Neste que é o maior mapa disponível na série o jogador encontra inúmeros elementos conhecidos pelos fãs, como prédios da Lexcorp, Queen Industries e Amertek, só para citar alguns.Ao longo deste terceiro capítulo temos as presenças de RobinAsa NoturnaMulher-Gato e outros aliados do herói, podendo pela primeira vez ser controlados pelo jogador em combates de dupla, permitindo combos incríveis. Enquanto vaga pelas ruas o fiel mordomo Alfred se comunica constantemente com o Batman para passar informações e conversar com seu patrão sobre assuntos diversos.

Pela primeira vez na série, podemos controlar o veículo livremente pelas ruas de Gotham City sem nos preocuparmos em devolve-lo depois. A direção não é complicada. O carro é leve e permite, ao longo dos upgrades do jogador, coisas como : hackear sistemas, lançar Batman mais alto nos céus de Gotham ou lançá-lo em cima de inimigos, destruir drones do Arkham Knight, escalar alguns prédios (lança uma espécie de corda em determinada parte do prédio, e depois é só subir) e é claro, se movimentar com mais facilidade e rapidez.

Opinião: 

Um dos grandes destaque do jogo é sem dúvida o combate e neste quesito o capítulo final da saga não fica devendo,  o jogador tem total controle sobre as lutas. Diversidade de ação não falta e enquanto você praticamente voa pela cidade com sua capa é realmente possível se sentir como o próprio Batman. O Departamento de Polícia de Gotham aparece de forma muito útil, tendo um quadro com o percentual de criminosos presos e você realmente pode vê-los separados em celas que vão ficando cada vez mais lotadas conforme derrota as respectivas gangues. Também existe uma sala de evidências com objetos pertencentes aos inimigos enfrentados anteriormente, sendo um dos locais mais legais do novo game. Mesmo com grau de dificuldade relativamente baixo para quem está habituado aos jogos anteriores e enredo um pouco óbvio em certos pontos, os jogadores não devem ver o tempo passar até chegar ao épico final.

A parte mais divertida do jogo fica por conta do Dual-Play. É difícil imaginar algum fã do Homem-Morcego que nunca tenha sonhado jogar com Batman e Robin num modo cooperativo. O jogo constantemente te dá a oportunidade de lutar ao lado do Asa Noturna ou do próprio Robin, em missões secundárias de variados vilões como o Pinguim, Duas-Caras e o Vagalume.  Batman Arkham Knight cumpre tudo o que prometeu.

 

 

 

 

Então é isso galerinha! Até a próxima, beijos…

 

 

Resenha do Jogo: Bloodborne

Bloodborne começou a ser desenvolvido ainda em 2012 sob o misterioso nome Project Beast. A idéia era não só levar o já consagrado estilo de jogo para a nova plataforma, mas também criar uma nova IP (intellectual property, propriedade intelectual) exclusiva para o Playstation 4. Com isso, a Sony poderia arrebatar não só os fãs de longa data como eu, mas também cativar novas ovelhinhas gamers dispostas a morrer milhares de vezes e a jogar seus controles na parede.

 

É um jogo de ação em terceira pessoa com elementos de RPG, que foi influenciado pela mesma fonte de Dark Souls. Contudo, os fãs experientes da série Souls precisarão deixar os escudos de lado, já que aqui a melhor alternativa é se esquivar. O game apresenta o combate mais rápido e dinâmico já criado pela From Software, transparecendo até uma certa influência do gênero Hack n’ Slash.

Opinião: 

A primeira mudança notável de gameplay é a velocidade: todos os combates são mais rápidos e dinâmicos, e o número de vezes que você enfrenta múltiplos oponentes ao mesmo tempo é significantemente maior do que nos antepassados Demon’s e Dark Souls. É impressionante como o game te força a esquecer tudo que você aprendeu até então. A configuração de alguns botões é diferente – muitas vezes utilizei itens de cura quando queria apenas mudar minha arma – e isso é só a ponta do iceberg. Penso que a From Software resolveu fazer o jogo um pouco mais acessível aos gamers recém-chegados à série. Ao contrário do que estávamos acostumados a ver, em Bloodborne os picos de dificuldade são poucos, e depois de passada da curva de aprendizado das primeiras fases do jogo, o game corre rápido até o final – bem mais rápido do que eu gostaria.Por outro lado, a quantidade de armas disponíveis em Bloodborne é menor do que Dark Souls, mas as armas deste novo jogo têm mais personalidade e são realmente únicas.

Maravilha de Bloodborne é que quanto mais jogamos, mais evidente se torna o quão bem pensado o jogo está. Tudo está ligado de alguma forma.Não só é um jogo extremamente bem feito, como também tem elevados valores de produção. A nível gráfico é um colosso que surpreende pela quantidade surreal.

 

 

 

Então é isso galerinha, ótima leitura! Beijo e até a próxima!

Resenha do livro: O Menino que Desenhava Monstros

Título: O Menino que Desenhava Monstros
Título Original: The Boy Who Drew Monsters
Autor: Keith Donohue

Editora: DarkSide Books
Páginas: 256
Lançamento: 2016
Sinopse:
 Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar.
          Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais.

A Trama:

Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar.

Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais.

Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.

Opinião: 
O início da leitura foi muito lento. Mas pelo que li por aí, não fui só eu, só que isso me desanimou para o resto da narrativa na terceira pessoa,mas a partir da página 150, o livro melhora muito; ele cria um bom ritmo, nada muito empolgante, mas mesmo assim bom. O livro em si, chegou a me decepcionar , no meu ponto de vista, não é nem um pouco assustador. Criei várias expectativas em vão.
Porém o final é surpreendente e deixa você de queixo caído, nos fazendo demorar alguns dias para conceber que aquilo realmente aconteceu e deixando uma lacuna nos pensamentos.
a capa é assustadoramente impressionante, os dentes do monstro são em relevo, inclusive tendo uma textura única, feita com cuidado para deixar o leitor encucado com a imagem.

Resenha do livro: O Destino do Tigre _ A Saga do Tigre_ Livro 4

Série: A Maldição do Tigre
Livro 4
Autora: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Título Original: Tiger’s Destiny
Número de Páginas:
 393
Ano: 
2013
Sinopse
Honra. Sacrifício. Amor. Poderia o fim de tudo levar a um novo começo?
Kelsey, Ren e Kishan sobreviveram a três aventuras dramáticas e muitas provações. Mas, antes que possam partir na busca pelo último presente da deusa Durga, têm que enfrentar o feiticeiro Lokesh em seu próprio território.
O vilão sequestrou Kelsey e já detém o poder de três amuletos. Ela precisa escapar de suas garras para quebrar a maldição do tigre, libertando seus amados príncipes. Esse, porém, é apenas o início da história em que escolhas difíceis e decisivas devem ser feitas por todos.
O elemento principal agora é o fogo, e em meio a lava, demônios, animais fantásticos e zumbis, o trio enfrenta seu derradeiro desafio. O caminho é arriscado e cheio de reviravoltas potencialmente fatais. Só uma coisa é certa: ninguém pode fugir de seu destino.
A saga dos tigres chega ao auge. Nunca antes Kelsey, Ren e Kishan sofreram tanto, estiveram tão unidos e precisaram lutar contra inimigos com tamanho poder. Emocionante do início ao fim, O destino do tigre explica todos os mistérios que unem os personagens e promete surpreender os leitores.
“Preparem-se para paixões abrasadoras, uma batalha épica e uma escolha definitiva. Os fãs vão ficar com os olhos marejados e o coração na boca!” – Kirkus Reviews
A Trama:
O livro começa como todos os outros, Ren correndo atrás de Kelsey e dizendo as coisas mais lindas e fofas do mundo! Kishan aproveitando todas as chances possíveis para marcar território e matar de ciúmes seu irmão, e Kelsey irritando muito por viver reclamando do seu terrível dilema ”qual dos irmãos escolher?”
No final do último livro Kelsey foi sequestrada por Lokesh. E esse livro começa assim, com os irmãos Rajaram em busca dela, que está confinada em algum lugar. Mas isso não se estendo muito, ela logo é resgatada e os três partem agora em busca do último presente de Durga agora em terras vulcânicas. Ali o trio enfrentam zumbis, demônios e umas pessoas loucas…eles também fazem uma  viagem no passado, para enfrentar a batalha final.
Opinião: 
 E a nossa aventura chega ao fim…
 Para minha alegria o quarto livro começa exatamente onde o terceiro terminou e passamos a saber oque havia acontecido com a Kelsey e assim parei de roer minhas unhas… ufa!
cada página virada temos a sensação de história sendo finalizada e apesar de quase me perder nas descrições sem fim da autora… consegui manter o foco e apreciar cada passo dado por nossos protagonistas em busca do Colar do Fogo.
Mistérios são revelados, personagens nos dizem adeus e a Kelsey consegue se manter exageradamente teimosa como sempre.Bem, o livro é emocionante e surpreende em vários momentos te levando as lágrimas e te fazendo sorrir… são várias as sensações e o final é lindo e digno de uma saga cheia de romance e amor!!
Adorei muito a escrita da autora Colleen. As edições são lindas, a descrição dos locais, das divindades, toda a magia que cerca a Índia, me conquistaram.
A capa sempre um show a parte, totalmente linda com o desenho da Fênix, em meu ver a Fênix está representando os sacrifícios que irim moldar a história, páginas amareladas, excelentes para leitura, tudo muito dinâmico.
O epílogo deixa uma pulga atrás da orelha e é bem provável que a autora se aventure em mais um livro, mas para mim O Destino do Tigre encerra com chave de ouro a saga e satisfaz os fãs mais fiéis da série.
Então é isso galerinha, ótima leitura! Beijo e até a próxima!!!

Resenha do livro : A Viagem do Tigre – A Saga do Tigre – Livro 3

Título: A Viagem do Tigre / O Destino do Tigre
Título Original: Tiger’s Voyage / Tiger’s Destiny
Série: Saga do Tigre
Autor: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 496 / 400
Ano: 2012 / 2013

Sinopse: Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor? Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores. Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga, e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia.
No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos.

A Trama: Depois de enfrentar os temíveis pássaros de ferro na busca pelo segundo presente de Durga e resgatar Ren das garras do maléfico Lokesh, Kelsey tem um novo pesadelo para lidar. Ren perdeu todas as lembranças relacionadas a ela e, como se isso não bastasse, ele por algum motivo começa a passar mal toda vez que ela se aproxima demais.
oDepois de enfrentar os temíveis pássaros de ferro na busca pelo segundo presente de Durga e resgatar Ren das garras do maléfico Lokesh, Kelsey tem um novo pesadelo para lidar. Ren perdeu todas as lembranças relacionadas a ela e, como se isso não bastasse, ele por algum motivo começa a passar mal toda vez que ela se aproxima demais. O
triangulo amoroso continua, agora com mais força. Cada dia que se passa Ren e Kelse se distanciam, deixando brecha para o Kishan se aproximar ainda mais.

Apesar dos recentes problemas, eles ainda devem buscar o terceiro presente de Durga, um colar que está protegido por criaturas ameaçadoras nas profundezas do oceano. Seguindo as instruções da profecia, Kelsey e seus dois tigres embarcam em uma nova missão cheia de perigos e tentações enquanto procuram por cinco dragões que irão guiá-los até aquilo que eles desejam.

Opinião: A autora ainda consegue me surpreende com a riqueza de informações sobre as mitologias presentes na trama e isso é algo que não posso deixar de citar.

Kelsey amadurece e grande parte da minha satisfação com a história se deu graças a isso. A leitura continua sendo leve e bem tranquila de acompanhar a história.   A capa do livro continua impecavél, e a cada momento uma descoberta nova. A cada capitulo, me surge a curiosidade de quem formara uma familia com kelsey, o livro envolve o leitorde uma maneira apaixonante.

Então é isso galerinha, ótima leitura! Beijo e até a próxima!!

Resenha do livro : O Resgate do Tigre – A Saga do Tigre – Livro 2

Título: O Resgate do Tigre
Título Original: Tiger’s Quest
Série: Saga do Tigre

Autor: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Ano: 2012

Sinopse: Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas. Além de lutar contra macacos d’água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos. Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren –, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey. Em O Resgate do Tigre, a aguardada sequência de A Maldição do Tigre, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une.

A Trama: No final de A Maldição do Tigre, Kelsey e Ren estavam separados por conta dos preceitos de Kelsey, ambos sofrendo e ela voltando para Oregon. Todos sentem a falta de Kelsey pela casa, a única presença feminina foi embora.

Kelsey vive em uma maravilhosa casa no Oregon, mas um tempo depois descobre que tem m novo vizinho: Ren. Os dois se aproximam e acabam vendo que se amam verdadeiramente. Ren e Kelsey vivem poucos meses em paz e se amando. Ah, Kishan também está com eles. Após a calmaria, eles descobrem que Lokesh está procurando os três, claro, ele quer os medalhões completos. E é numa tentativa de se livrar do inimigo que Ren é capturado e separado de Kelsey.

Se eu falar um pouco mais, já vai ser spoiler desse livro, então vou me abster. (Risos). Resumidamente, há muita aventura, chatice da Kelsey, sedução de Kishan, medo dos dois, amor do Sr. Kadam, sofrimento de Ren. Um conjunto de coisas, sentimentos e percepções que fará o leitor – assim como fez comigo – querer mais e mais. Todos os acontecimentos tem uma cronologia que faz total sentido, respeitando quem acompanha a série e sabe do amor dos fãs.

 

 

Opinião: Pouca coisa mudou em Kelsey, ela continua com as lamentações, mas nada que atrapalhe muito o livro.os tigres continuam apaixonantes do início ao fim, fiquei imensamente feliz por Kishan ter ganho mais espaço e ter, até mesmo, acompanhado Kelsey nessa segunda missão. Ambos os tigres parecem ficar cada vez melhores, eles tornam o livro interessante, tanto que nas 50 primeiras páginas onde os irmãos não aparecem a leitura é tediosa.

A capa continua maravilhosa, não reparei em nenhum erro de português e nenhuma palavra de difícil compreensão. Eu amo a escrita da Collen pois ela consegue mesclar um pouco de cada gênero e ainda incluir nessa mistura fatos interessantes sobre a Ásia, a religião e os deuses da região tornando cada página mais interessante que a interior.

Concluindo,  esta obra continua à altura de um dos melhores livros que eu tenha lido, possui ainda mais potencial para o terceiro volume, me arrancou muitas lágrimas, sorrisos e surpresa. Para todas as idades, todos os gostos, eu recomendo que todos conheçam um pouco mais dessa jornada enigmática e mágica de Kelsey, Ren e Kishan.

 

 

 

 

Então é isso galerinha, ótima leitura! Beijo e até a próxima !!